sábado, 12 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
Einstein, Freud e Platão também
Fernandinho Beira-Mar
Corazza, de uma maneira bem divertida, relata a razão da infância ser uma construção social:
domingo, 29 de novembro de 2009
Alguns materiais do cesto dos tesouros.
Um pneu que serve como obstáculo: entrar, sair, sentar, tentar se esconder...
Um cesto plástico para fazer de conta que é um carrinho. É um refúgio para brincadeiras solitárias, um desafio em forma de brincadeira (entrar, sentar num lugar limitado - noção de espaço, empurrar - noção de peso)
Uma piscina de plástico com bolinhas ou outros materiais..... Muitas descobertas! (dá pra colocar guizos dentro de algumas bolinhas)
sábado, 28 de novembro de 2009
Vamos lá?!
*Pensar na docência como crenças construídas
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Estamos expondo um pouco da nossa pesquisa, fotos do dia-a-dia na escola, alguns materiais construídos para a sala do Berçário e também nossas conquistas como as duas edições da Revista Projetos Escolares Creche e também esse blog!
Parabéns a todos os participantes!!!
segunda-feira, 13 de julho de 2009

Um sábado inteiro de muitas atividades: palestras, almoço e um workshop pra lá de legal! Todos os funcionários participaram e eu aproveitei uma brechinha nas atividades para tirar uma fotinho com minha colega de turma Carol. Costumo falar que só sou completa e vejo meu trabalho render quando estou com colegas cumplices, sensíveis, parceiras nas artes, bagunças, encrencas e afins!!! E assim é a Carol, uma colega que trabalha quantas horas mesmo? 12, 14, 16 horas por dia? As vezes acho que ela nem dorme...
Carol, muito obrigado por tudo!!!
domingo, 12 de julho de 2009
Mais uma atividade das colegas Luísa e Stéfany!
Esses desenhos foram feitos com fita durex colorida. São chamativos, com formas simples e que realmente identificam os objetos que queremos que os bebês identifiquem (casa, sol, nuvem, árvore, flor, violão, lápis, etc). Através dos desenhos podemos criar histórias, mostrar detalhes, cantar musiquinhas, enfim... Eles adoram, tocam nos desenhos, começam a pronunciar as palavras, mostram empolgados que já conhecem aquele desenho. Não esquecer de proteger as imagens com contact ou durex transparente.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
A foto acima mostra a parte de trás da caixa com uma abertura mais alta para a saída dos bebês e com uma "portinha". Também tem desenhos feitos com durex colorido para estimular a acuidade visual e a oralidade.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
NOSSA CASINHA DE PAPELÃO!!!
DETALHES TÉCNICOS: Ela foi confeccionada com uma caixa de TV de 33'' e pintada com tinta óleo ou esmalte, assim ela fica mais resistente. Nas laterais ela tem "janelas" redondas e dentro revestimos com imagens de revistas e plastificamos com fita durex larga.
DETALHES PEDAGÓGICOS: A casinha proporciona diversos jogos, nela podem brincar de maneira mais solitária, quando preferem ficar com um brinquedo só para si geralmente eles a escolhem como refúgio. A brincadeira coletiva também é estimulada nesse brincar, pois quando estão em pares descobrem as aberturas e as diversas formas de entrar nesse espaço: andando, engatinhando, arrastando-se. Sua estrutura e aberturas permitem que a criança a utilize como apoio para ficar de pé e interagir com os demais colegas.
HABILIDADES: *Ausência temporária (quem entra dentro da casinha some da visão dos demais colegas e quem entra não vê quem ficou do lado de fora, mas quando olha pela abertura das janelas e portas lá estão todos, ótimo para brincar de escondeu-achou!).
*Movimento (é possível que os próprios bebês mudem a casinha de lugar, eles fazem uma verdadeira mudança de ambiente!rsrsrsr).
*Linguagem, oralidade, percepção visual (através das imagens fixadas no interior da casinha).
*Solução de problemas (como entrar e sair da casinha, quantas crianças podem entrar, como fazer para olhar pela janela?)
*Curiosidade, interaçãoE muito mais..............
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Tão importante, tão rico de sensações, brincar na areia é essencial!
No nosso caso, um movimento um pouco dificil de ser realizado, devido as diversas situações que são latentes numa turma de Berçário: alimentação, troca de fraldas, número de pessoas disponível para a realização desse movimento de sair da sala e ir para o pátio. Porém sempre que possível lá estamos nós!
O contato com a textura da areia, as sensações, o jogo simbólico (fazer bolinho, comidinha, castelinho), a interação dos bebês com os alunos das outras turmas da escola são intencionalidades que ficam por trás dessa gostosa brincadeira. Claro que a areia vai para diversos lugares: cabeça, dentro do tênis, boca (salve a fase oral!!!), mas ficamos atentas e tudo fica tranquilo !!!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
"Aprender precisa necessariamente incluir prazer. O prazer de criar, de transformar, de avançar em descobertas, de comunicar o que descobrir, de registrar o fruto das descobertas, de compartilhar com outros o caminho percorrido. É urgente instaurar o direito à alegria na escola."
Marita Martins Redin
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Chegamos ao seguinte objetivo: Promover experiências no ambiente escolar, oportunizando o desenvolvimento de habilidades através das interações com o mundo físico e social.
Para as crianças vivenciar essas experiências está sendo fácil, fácil...!
PRIMEIRO CONTATO COM A TINTA
*Depois "carimbamos" os desenhos em folha de ofício.
*Eles tinham que pegar os pirulitos com os coadores, mas no fim a mão foi a melhor escolha!!!
quarta-feira, 25 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Para começar a preparar a sala para receber os bebês tivemos que remodelar todo o ambiente: pintura nas paredes, nas estantes, confecção de material, fabricação de móveis (isso mesmo, quase que a escola vira uma marcenaria!!!!). Assim lá fomos nós colocarmos a mão na massa (acho que seria melhor a mão no pincel!). A colega da foto acima é a Stefane dando um trato na estante que já estava velhinha.
E a Luísa pintando o portãozinho?! Ficou com outra cara!!! Aliás a sala inteira e é esse planejamento de espaço que realizamos no inicio do ano letivo que nos ajuda a conduzir o trabalho que se realizara daqui por diante. Nosso espaço ainda está em construção, mas já está atendendo os interesses dos bebês, que agora já estão andando, correndo, pulando!
Essas fotinhas mostram um pouquinho da nossa salinha, nosso refúgio, nosso ponto de encontro, descanso e descobertas!
Nossa estante para facilitar o livre acesso das crianças até os brinquedos, proporcionando a livre escolha dos materiais, além de todo o trabalho de discriminação visual, tátil, auditivo ao manusearem os brinquedos. Essa estante também vira um ótimo "túnel", proporcionando que eles passem por dentro das repartições! Claro que para isso, eles retiram todos os brinquedos dela, o que faz parte da intenção do material!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
TUDO!!! AGORA E AO MESMO TEMPO!!!!Perto da janela fizemos uma escadinha com os colchões, assim ficam mais perto de quem está na rua, fortalecem sua musculatura, aprendem a ter um maior dominio motor e principalmente brincam muito!!! Vocês acreditam que eles brincam de pega-pega?! Um bebê sobe no colchão e chama o outro, e quando este sobe ele desce e assim ficam brincando, rindo, engatinhando, arrastando e caminhando de um lado para o outro da sala! É mágico!!!!
E olha que enquanto esse lugar é escolhido para uma grande "bagunça", outros o escolhem para relaxar, descansar e até dormir! (Logo tiramos ele dali, não se preocupem que ele não caíu do colchão!rsrsrs).
sábado, 31 de janeiro de 2009
Ela tinha que fazer uma atividade que envolvesse uma turma de berçário e nos deu esse lindo presente. A idéia consiste na exploração dos mais variados objetos colocados dentro do tapete que tem seis divisões acessíveis por um fecho colocado na lateral do material. Os bebês chegam até o tapete engatinhando, atraídos pelo colorido do material e pela possibilidade de manuseio. Nas divisões, a Maila colocou bexigas coloridas, serragem, papel picado, papel crepom, celofane, sendo possibilitado a troca desses materiais a qualquer momento. A primeira foto é um "mural" com estímulos, as crianças podem retirar os cartões que representam os personagens dos saltimbancos e também são chamadas a descobrir outros cartões escondidos, trabalhando também a ausência temporária. A segunda foto são livrinhos com muitos desafios visuais, sonoros e táteis. E a terceira foto são dedoches em feltro dos personagens, e olha como eles são espertos e ousados: já estavam contando histórias! Só precisavam de uma ajudinha para que o dedoche fosse para o pequeno dedinho!!!!
Cabe deixar claro que não houve um projeto (tipo os animais, os bichinhos, ou música), as meninas criaram atividades dentro das especificidades da faixa etária, sempre atentas para as curiosidades que estavam sendo despertadas. Durante o dia as atividades eram proposta naturalmente, assim como surgiam outras brincadeiras que já estão no nosso contexto de vínculos e de atendimento individual.
Atrás dos dedoches, a Jú colocou velcro para que eles "grudassem" nas meias e roupas dos bebês. Exercitavam assim a pinça fina, noção de causa e efeito, coordenação motora e muitas outras sensações (até irritação: "que coisa é essa que fica grudando na minha roupa?").
E a bandinha montada pela Sabrina?! Juro que essa foto não foi combinada. Eles se juntaram sozinhos e tinham que ver o barulho! Tinha até uma bateria dessas com pilha que eles não paravam de tocar! Só entre nós: as vezes tínhamos que desligar para não ficarmos loucas! Ah, eles tem uma atração por baquetas, tivemos muitas disputas na sala por conta desse material...Para a bandinha valia de tudo: teclado de computador, garrafas pet com pedrinhas, pandeiros de brinquedos, chocalhos, sineta, brinquedos sonoros com liga e desliga, enfim....
Valeu meninas!!!!
sábado, 24 de janeiro de 2009
O cesto é ótimo para incentivarmos o inicio do jogo simbólico e também a imitação. Um bebê não pegará o óculos que está no cesto e colocara no rosto, primeiro ele vai observar o adulto fazê-lo, daí a importância do educador interagir/mediar/participar com o bebê da brincadeira. Com as fotos conseguimos registrar alguns momentos fantásticos. A foto ao lado não tem som, mas tinham que vê-lo fazendo o barulho do suco caindo na caneca e depois guardando a caixa do seu "precioso líquido" em outro recipiente. Nem dá pra acreditar que eles nem engatinhavam quando chegaram na escola!!!EU VOLTEI !!!!!
Eis aí a prova do crime! Agora sou uma pedagoga, com grau e título, e para minha felicidade pude compartilhar com amigas e colegas de trabalho, parceiras no trabalho com a educação infantil! Valeu amigas!
Quero também agradecer ao pessoal do blog (quem escreve e quem o lê), já que ele foi uma parte importante para o meu trabalho de conclusão. Fico grata por todos os comentários e pela possibilidade de compartilhar experiências com tantas educadoras maravilhosas. O trabalho "Enfim, o Berçário apareceu: Ações reflexivas na busca de uma práxis sensível e compartilhada" não vai parar, logo, logo vocês tomarão conhecimento dele (nem sei por onde começar, ou seria continuar?!)
Em 2009 vou iniciar o trabalho com a turma de Berçário 2, ou seja, vou acompanhar meus bebês para uma nova fase e assim vou ter que correr para mais leituras e descobertas sem fim e nisso vocês vão me acompanhar novamente!Minhas novas colegas de trabalho (Carol, Luiza e Stefane) também vão se aventurar aqui pelo blog (ainda vou avisá-las sobre isso!!!).
Então é isso...
Bjs Marisete
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Parabéns Mari, saiba que torço muito pelo seu sucesso e que esta é apenas uma etapa da caminhada docente repleta de competências em que se fará sua vida profissional!
Um beijão, Cláudia Sikilero.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Avaliação no Berçário: um processo participativo
A avaliação deve ser entendida como uma prática investigativa e não sentenciva, mediadora e não constatativa. Não são os julgamentos que justificam a avaliação, as afirmações inquestionáveis sobre o que a criança é ou não é capaz de fazer. (HOFFMANN, 2000, p.15).
Sendo assim, acredito ser incompatível com os objetivos da Educação Infantil uma avaliação excludente, classificatória e emancipadora, que subjuguem os alunos como fracassados ou competentes, trazendo a eles rótulos que poderão perdurar por toda sua vida, e não apenas no cotidiano escolar. “Mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento...” (LDB, 1996), que são feitos de modo continuo em toda prática do educador, que, aliás, pode vir a ser permeada por julgamentos, crendices e modos de valorar e selecionar, o certo ou o errado, o acerto e o fracasso, de acordo com a história de vida e profissional do educador, assim como o modo como ele vê o ensino e a aprendizagem. Por isso, é sempre imprescindível, além da atenção constante e os registros, que o Educador tenha claro as finalidades de estar avaliando seus educandos, sabendo qual a intenção da escola, e sua valia na vida da criança. Torna-se assim de grande valia, além dos registros e observações, uma prática participativa pouco versada na Escola da Infância: o Conselho de Classe.
Conselho de Classe é uma reunião onde supervisores, orientadores, professores e alunos discutem acerca da aprendizagem, seus desempenhos e avaliações. No Conselho de Classe, mais do que saber se o aluno será aprovado ou não, objetiva-se encontrar os pontos de dificuldade tanto do aluno quanto da própria instituição de ensino na figura de seus professores e organização escolar. Desta forma, busca-se a reformulação nas práticas escolares a partir das reflexões realizadas na discussão em conselho de classe. (WIKIPEDIA, 2007)
Esse conceito trazido por um dicionário virtual, não está em todo incompleto, pois realmente o processo avaliativo se objetiva em grande parte por constatar os déficits das aprendizagens e ensino para que se reformule a prática docente, no entanto, acredito que seja preciso completar a essa conceitualização a necessidade de não apontar os fracassos dos alunos e sim seus êxitos e progressos, assim como as intervenções do professor perante as dificuldades que possam ter surgindo durante o decorrer de processo ensino- aprendizagem. Outro aspecto relevante ao conselho de classe é o seu caráter coletivo e participativo. “O conselho de classe ajudaria a resgatar a dimensão coletiva do trabalho docente” (FERNANDES apud. HOFFMANN, 2003). Seria esse, todavia, um espaço rico de trocas entre os professores que atuam com os mesmos alunos, que juntos buscariam estratégias para qualificar as aprendizagens dos alunos afim de atingirem objetivos comuns, auxiliando para o melhor desenvolvimento tanto dos discentes como de seu próprio oficio docente. No conselho de classe são ouvidas as vozes de: professores, supervisores, orientadores e alunos, como perceber o que querem do processo avaliativo crianças tão pequenas, como os bebês? Logo que nasce, o recém-nascido, tendo sua experiência de vida recente, tem seu suporte básico biológico e restrito em significações. No entanto, essas significações irão se ampliando com o contato e as ações que farão com os adultos e seus pares. E as pessoas que interagem com mais constância e vinculo afetivo com os bebês, estão auxiliando a escrever e construir atribuições que vão delimitar quem é esse bebê e que sentidos tem validade em sua vida.
Nascer significa ver-se submetido à obrigação de aprender. Aprender para construir-se, em triplo processo de “hominização” (tornar-se homem), de singularização (tornar-se um exemplo único de homem), de socialização (torna-se membro de uma comunidade, partilhando seus valores e ocupando um lugar nela). Aprender para viver com os outros homens com quem o mundo é partilhado. Aprender para apropriar-se do mundo, de uma parte desse mundo, e para participar da construção de um mundo preexistente.(...) Nascer, aprender, é entrar em um conjunto de relações e processos que constituem, um sistema de sentido, onde se diz quem eu sou, quem é mundo, quem são os outros. (CHARLOT apud. TRISTÃO, 2006, p.48)
Tristão no livro Infância Plural: crianças do nosso tempo (2006, p:48), em um artigo onde fala sobre o trabalho pedagógico com bebês, cita Bernard Charlot que faz alusão da prática educativa como o tornar-se homem, torna-se sujeito. Para essa transformação as mediações e interações são essenciais. Sendo assim, retomo o que havia sido questionado sobre o Conselho de Classe: De quem seria então olhar sensível a auxiliar (como portadores da vontade dos bebês) os educadores a complementar o processo avaliativo? A resposta a essa questão é bastante simples, mas nem por isso tem menos importância no contexto da Escola de Educação Infantil, em especial no ensino dos Berçários. Afinal, quem deve ser a parceira nessa aprendizagem e avaliação formativa deve ser a família. Lugar onde a criança estabelece as principais relações de vinculo e apegos, e que com certeza tem a maior responsabilidade na (de) formação da personalidade desses sujeitos, que acaba influenciando diretamente no modo como interagem, se relacionam e apreendem o mundo e seus saberes. Diante disso, para saber o que pensam os pais sobre a aprendizagem de seus filhos e seus progressos, tanto na escola, como em outros ambientes em que interatuam, é nessessário que os educadores responsáveis pelos Berçários e a supervisão educacional estejam dispostos a escutar o que as famílias tem a dizer sobre a aprendizagem de seus filhos, conduzindo diálogos de modo bastante informal, afim de que os progenitores se sentissem impelidos a darem sua opinião e a dizerem o que pensam sobre seus bebês, avaliando assim também, de seu modo, a prática pegagógica.
As equipes das creches e pré-escolas , apesar de reconhecem a importância do trabalho com a família, costumam considerá-la despreparada e menos competente que o professor, particularmente em se tratando de famílias de baixa renda ou famílias formadas por pais adolescentes. E se aborrecem quando os pais contestam o trabalho da instituição e buscam controlar o que é proposto a seus filhos. (OLIVEIRA, 2007, p.177)
Ao contrário disso, é preciso que a escola reconheça o modo com os pais pensam e que proponha às famílias a participação na discussão da proposta e de seus objetivos, corroborando para que as metas de aprendizagem seja atingidas e (re) avaliadas.
POSTADO POR CLÁUDIA TAPIA SIKILERO
Referências Bibliográficas:
HOFFMAN, Jussara. Avaliação na Pré-Escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2006
Wikipédia, a enciclopédia livre. Acesso em out.de 2007.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez. 2007
FILHO, Altino José Martins; TRISTÃO, Fernanda Caroline Dias; RACH Olpna Patricia Freire; SCHNEIDER, Maria Luisa. Infância Plural: crianças do nosso tempo. Porto Alegre: Mediação, 2006.
CARDOSO, Fernando Henrique; SOUZA, Paulo Renato. Lei de Diretrizes e fases – Lei nº 9394/96, Brasilia, 1996.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Sou professora de bebês!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Esse recurso nos proporciona o trabalho de ausência temporária, nos ajudando inclusive no processo de adaptação, já que percebem que o que desaparece logo poderá retornar. Além disso, o tule dá uma sensação gostosa nas mãos e muitos também o levam à boca, não esquecendo que é por ela que nossos pequenos começam suas primeiras descobertas!!!!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Perdas para a Raio de Sol!
Mas sabemos que tudo é para um bem maior ( Soube que a Adri agora chega em casa as 18h30 min, que inveja!!!) e a Cláudinha vai ser minha conterrânea (vamos fazer compras juntas, como quando compramos o meu All Star roxo!), além disso agora ela vai ter mais tempo e vai postar no nosso blog!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
PARA PENSAR NO TRABALHO COM AS TURMAS DE BERÇÁRIO:FRALDÁRIO
Também temos um móbile acima do trocador, colocado de forma que o bebê possa agarrá-lo. Esse móbile é sempre diferente: pode ser um ursinho, um ioiô luminoso, uma mola maluca, um chocalho ou até um balão.
REDE!!!
CALÇA PEDAGÓGICA!!!
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
CAIXA SONORA
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Túnel

Essa caixa é um túnel fantástico!!! Já temos esse material há 2 anos letivos ele é pintado com tinta óleo para ficar mais resistente a ação dos nossos bebês (bocas e mãos muito ágeis!).
Sua intencionalidade é trabalhar a ausência temporária (quando entra no túnel para onde vão os colegas?), a percepção de espaço (dentro/fora), e a interação entre os bebês, já que é um ótimo começo para as primeiras construções de jogos simbólicos.


AMAMOS CAIXAS!!!!!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Obrigado colega!!!!
Com o Prêmio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro mostra, em cada dia, no seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Que em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras.O Prémio Dardos tem certas regras:segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Nos dias 23, 24 e 25 de julho tivemos a Jornada Pedagógica do município de Esteio e este ano tivemos como palestra de abertura o seguinte tema: "Vencendo desafios e construindo o seu futuro" com Eduardo Shinyashiki.
Confesso que adorei, e além de encantar-me com o jeito dele "hipnotisar" nossa atenção, aprendi um pouquinho mais a respeito de algumas coisas que ainda tinha dúvidas na questão da aprendizagem dos bebês:
* A criança sempre tem um novo olhar para tudo (por isso olha inúmeras vezes o mesmo filme!)
*Quando os nossos neurônios começam a "conversar" ocorrem as chamadas SINAPSES, e estas acontecem quando nos sentimos estimulados a fazer, descobrir algo.
* Uma criança de 0 à 2 anos tem mais ou menos 300 trilhões de sinapses no cérebro.
*Uma criança após os 2 anos começa a perder a sua vontade de experimentar (mais ou menos 150 trilhões de sinapses). Provavelmente isso ocorra devido a forte influência que o adulto exerce sobre a criança (homogeneizando, disciplinando)
* E olha só: o adulto tem mais ou menos 30 trilhões de sinapses!!! Somos previsíveis, fazemos tudo mecanicamente.
Dessa parte da palestra pensei que:
* Fazer um trabalho diferenciado com nossas crianças é essencial (chega de modelos!!!)
* E eu enquanto adulto, vou me arriscar mais, descobrir mais, sem medos, sem amarras (quero ter muitas sinapses, como os meus bebês!!!)
Também fiz outras duas oficinas que estavam muito prazerosas (uma na área de educação infantil e outra sobre construção de espaços virtuais!)
domingo, 27 de julho de 2008
MAIS UM SELINHO!!!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

OFICINA (CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS VIRTUAIS)

Estou fazendo uma oficina de construção de espaços virtuais, durante a semana da Jornada Pedagógica da cidade de Esteio-RS.
A partir de agora as fotinhas terão uma nova cara (hehehehe)!!!!
Não ficou uma gracinha?!
domingo, 20 de julho de 2008
PISCINA DE BOLINHAS
NOSSO 1º SELINHO!!!!
http://cantinhoencantadodaeducacaoinfantil.blogspot.com/

terça-feira, 15 de julho de 2008
Projeto do Berçário 1 2008

JUSTIFICATIVA:
Percebendo que o bebê é um sujeito ativo, capaz de construir o seu conhecimento, pensamos em continuar a qualificação do Berçário, propiciando que essa construção ocorra num ambiente favorável, repleto de estímulos e desafios planejados de acordo com suas necessidades. Através dessa intencionalidade é que justificamos o ato de descobrir e brincar no Berçário.
OBJETIVO:
Propiciar um ambiente repleto de oportunidades que favoreçam o descobrir, o experenciar e o brincar de modo prazeroso e constante, sem barreiras, sem negações, com ações que transmitam segurança, criem vínculos e sejam ricos em sutilezas de ações. Essas descobertas experenciadas no brincar é que irão ajudar no desenvolvimento das habilidades que as crianças estão adquirindo (noção de espaço, consciência corporal, percepções, linguagem, habilidades motoras).
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Tendo a idéia de que a infância é uma construção social, caracterizada por uma fase da vida de desenvolvimento físico, cognitivo, psíquico e social, onde se aprende a interagir com o ambiente em que se vive, bem como as regras que regem a sociedade da qual faz parte, não procuramos impor uma aprendizagem, mas buscamos dar a liberdade, para que a criança, através de seu interesse e experienciações, busque os meios de assimilar as novas descobertas. Para tanto se faz necessário que o ambiente seja propício para estas descobertas. Sendo as professoras responsáveis por elaborar um ambiente adequado, objetivado e seguro para este fim.
Depois de passado da fase “invisível’ do Berçário, ficamos comprometidas em construir ações que remetessem a uma atuação mais vinculada as especificidades de cada bebê, percebendo sempre o que nos diziam através de suas diversas linguagens, cuidando para respeitar seu tempo e suas carências.
Através da construção de materiais, da adequação do espaço e da relação diária com os bebês, descobrimos:
[...]A aprendizagem é uma atividade cooperativa e comunicativa, na qual as crianças constroem conhecimento, dão significado ao mundo, junto aos adultos e, igualmente importante, com outras crianças: por isso enfatizamos que a criança pequena como aprendiz, é um co-construtor ativo.(DAHLBERG, MOSS e PENCE, 2003, p. 72)
Ao planejarmos as diversas oportunidades de as crianças realizarem novas experiências levamos em conta: o que será experiência para cada uma delas? O que vai tocá-las? É importante para a criança ou é apenas uma atividade planejada pela professora sem levar em conta os interesses e os modos de pensar e agir dos pequenos? O que se planeja está pautado nos jeitos de ser e de se expressar daquelas crianças? Respeita os seus tempos? A proposta tem a intenção de ampliar e enriquecer o repertório cultural, cinéstico, afetivo, relacional dos pequenos? (TRISTÃO, 2006, p. 52)
Continuaremos pautando nosso trabalho (qualificação do espaço e das ações) no que Galardini e Giovannini (2002, p. 118) dizem:
“O que costumamos chamar de ambiente generoso é o tipo de ambiente que resulta não somente da riqueza e variedade dos materiais oferecidos, mas também das atitudes dos professores, implícitas no cuidado com que os materiais foram procurados, escolhidos e oferecidos ás crianças. Trata-se de uma atitude generosa, que se caracteriza pela atenção e escuta constantes por parte dos adultos que sabem observar, oferecer coisas e fazer isso na medida e nos momento certos.”
EDUCADORAS: MARISETE, MARLENE E SABRINA / JULHO DE 2008sábado, 12 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
CURSO DE FORMAÇÃO


Ontem, eu e a professora Cláudia, fomos apresentar o Projeto do Berçário do ano passado na cidade de Canoas, para as professoras das turmas de Berçário da rede municipal que estavam em formação.
rcebi que além das fotos trazidas na nossa apresentação de power point, os vídeos gravados neste ano, mostrando toda a liberdade que os bebês tem dentro da sala e de como cada um é respeitado nas suas especificidades, foi muito instigador, levando-as à muitas perguntas e fazendo com que percebessem melhor o nosso ambiente de sala de aula.segunda-feira, 30 de junho de 2008
CINTURÃO SONORO
O brinquedo consiste num cordão (com um pouco de elasticidade), com vários brinquedos amarrados (chocalhos, ursinhos, mordedores, molas-malucas). O mais importante é que os brinquedos devem ficar numa altura em que as crianças consigam pegar.
0 QUE TEMOS NAS PAREDES?
Nas paredes, bebês de feltro ajudam na fase de auto-descobrimento e de pertencimento identidário, ajudando o bebê a se reconhecer enquanto "eu".
Quando se pensa em decorar um ambiente como o do Berçário devemos levar em conta o que realmente é significativo para os bebês (já paramos para pensar que os bebês não conhecem o Mickey
domingo, 29 de junho de 2008
QUALIFICANDO O AMBIENTE DO BERÇÁRIO

*O que há nas paredes?
*O que há no chão?
*O que há no teto?
Justifico essa preocupação nas salas de berçário, porque nossa faixa etária (0 à 2 anos) atende crianças que ainda não sentam, crianças que sentam, crianças que engatinham e aqueles que já estão dando os primeiros passinhos. Então vamos fazer do nosso ambiente um aliado nas brincadeiras e descobertas dos nossos bebês, proporcionando um brincar qualificado e pensado somente para eles!
domingo, 22 de junho de 2008

Esse pequeno texto é um resumo do nosso projeto, uma pincelada do que fizemos e do que sonhávamos.
O BRINCAR NO BERÇÁRIO: UMA POSSIBILIDADE E UMA CONQUISTA
Através das gerações percebe-se maneiras antigas e maneiras novas de se cuidar do bebê. Antigamente quando o bebê nascia ele era enroladinho e mobilizado em mantas e cobertores, nem conseguiam se mexer, pensava-se que só mais tarde eles iriam poder se desenvolver, que ainda não tinham desejos ou sensações. Hoje, sabemos que o bebê já nasce com uma carga de aprendizagem, afinal, quando estava no útero materno mexia braços e pernas livremente.
A partir das competências que o bebê já tem adquirido, nosso desejo é o de contribuir no seu crescimento e nas suas descobertas, quebrando com o mito que muitos ainda tem em relação ao berçário, mostrar a interação das crianças com o próprio corpo, com os outros colegas, com as educadoras e com o espaço no qual estão inseridos.
A fim de realizar nossos propósitos qualificamos a sala de aula do Berçário, tornando-a um ambiente significativo. Ambiente esse que “funciona como recurso de desenvolvimento, e, para isso, ele deve ser planejado pelo educador, parceiro privilegiado de que a criança dispõe” (Oliveira, 2002, p.193).
Nossa primeira ação foi a pintura do espaço que tínhamos. Decoramos a sala com motivos que remetessem a bebês, auxiliando assim, no processo identitário dos alunos, ou seja, colaborando para a formação de sua personalidade e reconhecimento do “eu”.
Nosso segundo problema a ser resolvido era à entrada de carrinhos de bebês na sala de aula, o que acarretava muita sujeira no chão do berçário além de ocupar todo o espaço vazio que tínhamos. As pessoas que entravam no berçário também traziam sujeira nos calçados, o que prejudicava a limpeza da sala e a possibilidade de um engatinhar sem riscos, implantamos então o uso de pantufas (chamadas por nós de pró-pés).
Com a conquista do espaço vazio dentro da sala, dividimos o ambiente em “cantinhos”. Precisávamos de lugares seguros para colocarmos os bebês (já que não se utilizaria mais os carrinhos), e foi assim que se adequou três colchões com uma almofada “gigante” para encostar os bebês e deixa-los mais perto do chão, para que assim não corressem riscos. Também se criou um cantinho com um tapete de E.V.A e uma piscina plástica com bolinhas para as crianças que já engatinhavam.
Segundo Ferreira e Eltink (2005, p.43), as crianças se soltam mais das educadoras quando o ambiente está estruturado com cantos de atividades, nos quais elas se intertem sozinhas ou com outras crianças, procurando ter o cuidado de faze-los mutáveis de acordo com as necessidades e desafios surgidos no cotidiano
A interação dos bebês com o ambiente acontece com muita intensidade, as crianças descobrem o espaço físico e lhe atribuem significações e isso só acontece devido ao espaço que estimula a exploração dos interesses visuais, auditivos, afetivos, lingüísticos, motores e temporais.
Com essa estrutura começamos a observar do que os nossos alunos precisavam, que materiais ajudariam num melhor desenvolvimento de suas habilidades. Assim, construímos os seguintes materiais:
• Móbiles com balões, chocalhos, molas coloridas (movimento, solução de problemas, percepção tátil,visual) Caixas com figuras (identidade, solução de problemas, apoio para levantar, realização de movimentos)
• Extensor com bambolê ( percepção visual, tátil, movimento)
• Arco com tule (reversibilidade, ausência temporária)
• Casinha de papelão com estímulos (reversibilidade, solução de problemas, percepção auditiva e visual.)
• Túnel de caixa de papelão com fitas coloridas em uma das saídas (desenvolvimento motor, percepção de espaço externo e interno, ausência temporária, solução de problemas)
• Cantinho das descobertas, onde é possível brincadeiras em grupo (em busca de integração) ou de maneira mais “solitária” (proporcionando jogos mais autônomos)
• Cinturão sonoro (desenvolver os movimentos dos braços, mãos e a percepção visual e tátil).
• Cesto de brinquedos proporcionando a escolha livre do brinquedo)
• Cantinho das descobertas II com uma rede para descanso individual
• Colchão de plástico bolha com balões (percepção tátil, auditiva, desenvolvimento cognitivo)
• “Pipi-Móvel” (ludicidade e brincadeira na hora da troca de fraldas).
• Figuras e fotos de bebês espalhados pelas paredes e chão (trabalho com a identidade)
• Materiais de diversas texturas e espessuras (motricidade)
• Caixinha de descobertas composta de figuras que representam elementos de vivência das crianças e músicas de ritmos diversos.
O brincar dos bebês não acontece somente com a exploração do brinquedo, na verdade o primeiro brinquedo da criança são os dedos e seus movimentos, que observados pela criança se constituem na primeira origem do jogo.
Os bebês também usam os dedos da mão colocando-os na boca e estimulando a zona oral, após esse contato com o próprio corpo brincam com objetos como pontas de cobertores ou paninhos, observando seus movimentos. Estes objetos, acabam tornando-se uma arma contra a ansiedade e muitas vezes os pais percebem esse apego e o carregam sempre junto com a criança até quando já estão maiores. Esse fenômeno é chamado de “objeto transicional” (Winnicott), e mais tarde pode se tornar simbólico, podendo ser uma pessoa, um bicho de estimação ou outra coisa que seja importante para a criança.
Nosso objetivo é oferecer aos bebês um ambiente repleto de intensidade, intencionalidade, significados e com desafios planejados, em um espaço onde o brincar ocorra de forma saudável, promovendo atividades que estimulem o desenvolvimento motor, assim como aspectos relacionados a socialização.
Durante o processo de implantação do projeto as dificuldades estavam não entre os bebês, mas na mudança de hábitos ao qual era “imposta” aos profissionais que interagiam de alguma forma com o Berçário, pois era necessário uma reestruturação das antigas práticas, porém durante nossas reuniões constantemente conversávamos sobre a importância dessa qualificação, o que foi amenizando o olhar em cima dessa nova proposta proporcinando o engajamento de todos.
Por enquanto, muitas idéias permanecem, é gratificante perceber essa rede de significações, surgidas através da construção de parcerias entre as famílias e as educadoras. Mais significativo é saber que a sala do Berçário agora sim é um ambiente qualificado.
Todo esse trabalho, nos motivou a buscar fundamentação referentes a essa faixa etária, pautando a investigação na observação diária, no olhar sensível aos acontecimentos. Percebemos que nossa práxis vem contribuir para o redimensionamento das práticas atuais vivenciadas pelos berçários, uma vez que estabelece uma ligação entre o cuidar e o educar, transformando-as em vivências únicas, ou seja, o bebê em sua interação com o ambiente torna-se sujeito de sua aprendizagem.
Referências Bibliográficas
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CRAIDY, Carmem; KAERCHER, Gládis E. (org.).Educação Infantil: pra que te quero?. Porto Alegre: Artmed, 2001
KRAMER, Sonia (org.). Com a pré-escola nas mãos. São Paulo: Ática, 1989
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
OSTETTO, Luciana Esmeralda (org.). Encontros e encantamentos na educação infantil. Campinas: Papirus, 2000.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. Brinquedo e infância: um guia para pais e educadores em creche. Petrópolis: Vozes, 1999.
RIZZO, Gilda. Creche: organização, currículo, montagem e funcionamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
ROMAN, Eurilda Dias; STEYES, Vivian Edite. A criança de 0 a 6 anos e a educação infantil: um retrato multifacetado. Canoas: Editora Ulbra, 2001.
ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde et al. Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2005.
Novos Desafios!!!
O trabalho com bebês na EMEI Raio de Sol está mudando a cada dia! Nossa história é uma luta, uma luta para qualificar nossas ações, nosso ambiente, para que cada brincadeira, para que cada mediação tenha uma intencionalidade.
Não podemos deixar de lembrar o ano de 2007, como o começo do nosso trabalho, a mudança no ambiente proposto pela educadora Cláudia Sikilero está hoje colhendo seus frutos. O trabalho com o projeto "O Brincar no Berçário: Uma possibilidade e uma conquista", continua até hoje e só faz aumentar seus objetivos e o olhar das educadoras para as especificidades de cada criança.
Esse blog é nossa nova conquista, nele nós educadoras, pretendemos colocar um pouquinho do nosso dia-a-dia. As atividades, as descobertas, as conquistas, os encontros e desencontros dessa faixa etária repleta de significados e significações.







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